Andar por Montmartre é perder um pouco a noção do tempo. Uma agitação gostosa. Um misto de arte, boêmia e descontração constantes. Os pintores são dos mais variados estilos, sempre com cara de poucos amigos, negando-se a deixar que se tire uma foto de seu ambiente de trabalho.
As opções para uma boa refeição são variadas.
Fomos andando, parando e sendo surpreendidos a cada esquina antes de descer pelas ladeiras do bairro. Em um cruzamento reencontramos o violonista de nossa última viagem. Foi interessante porque no meio daquele tumulto todo, começei a ouvir pequenas melodias e fui seguindo o som que me era familiar.
Bingo, lá estava ele sentado em uma calçada tocando para uma menininha pequenininha. Lindo!
Mais a frente uma outra artista tinha um carro que poderia ser considerado o seu palco. Cantava belas canções francesas e ao final de cada música lá ia ela distribuir balas para as crianças que estavam em volta ouvindo.
Por fim resolvemos entrar pelas ruazinhas que cercam a catedrale fomos nos deparando com pontos pitorescos, belos angulos e cabarés famosos.
Você entra nestas ruas querendos e perder, sempre se perguntando; "o que há além daquela esquina?".
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