




Esqueci de dizer que fomos no fim do primeiro dia fomos na casa de Annie Frank. Lá, ficamos em uma filinha considerável para poder entrar. É um ambiente de sofrimento já que retrata todos os momentos que a família passou neste local. Era tudo muito apertado e senti uma angústia grande ao passar por alguns cômodos muito estreitos. Em um dado momento é como se voltássemos no tempo e nós é que estivéssemos presos naquele cubículo tentando sobreviver. Uma história triste, mas de muita luta. Ter estado na casa nos ajuda a compreender a força de suas palavras, a força do seu diário. É um ambiente em que o silêncio se faz naturalmente. Um silêncio que fica no limite entre a devoção, o respeito e o medo que chegamos a sentir como se fôssemos nós, a família ali escondida.
Finalizamos nossa estadia em Amsterdã, circulando pela cidade, comprando mais algumas lembranças e tirando mais algumas fotos. Fizemos questão de nos perder um pouco para ver onde nós iríamos chegar. E chegamos sempre a algum lugar interessante como uma feira livre onde Cristina comprou uma bolsa de uma indiana. Dia bonito e de sol. Despedida luminosa.
Finalizamos nossa estadia em Amsterdã, circulando pela cidade, comprando mais algumas lembranças e tirando mais algumas fotos. Fizemos questão de nos perder um pouco para ver onde nós iríamos chegar. E chegamos sempre a algum lugar interessante como uma feira livre onde Cristina comprou uma bolsa de uma indiana. Dia bonito e de sol. Despedida luminosa.
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